Exportação de carne suína para o Chile reforça a importância da Adapar na sanidade animal do Paraná

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Exportação de carne suína para o Chile reforça a importância da Adapar na sanidade animal do Paraná

O Paraná conquista novo mercado para carne a suína no Chile, fruto do rigor sanitário conduzido pela Adapar. A agência é responsável pela vigilância ativa e passiva do rebanho, essencial para o status de livre de Febre Aftosa sem vacinação e de Peste Suína Clássica. Apesar disso, a Adapar e seus servidores não foram mencionados na matéria oficial, o que reforça a importância de reconhecer o papel dos servidores da Defesa Agropecuária nessa conquista.

 

O recente anúncio de que o Paraná passará a exportar carne suína para o Chile marca um avanço significativo para a suinocultura paranaense. O reconhecimento do estado como zona livre de febre aftosa sem vacinação pelo país, andino abre novas oportunidades comerciais e destaca a qualidade sanitária da produção local.  Acesse a notícia: Novo mercado: Paraná vai exportar carne suína para o Chile.

No entanto, é importante ressaltar que esse reconhecimento internacional é fruto de um trabalho contínuo e rigoroso de vigilância sanitária, conduzido pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). Através dos Programas de Febre Aftosa e de Sanidade dos Suínos, a Adapar estabelece e executa medidas de controle da sanidade do rebanho de suínos no estado, em consonância com os Programas Nacionais implementados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
 
Entre as ações desenvolvidas pela Adapar, destacam-se a vigilância ativa e passiva, que consistem no monitoramento constante e na investigação de casos suspeitos de doenças nos rebanhos. Essas medidas são fundamentais para prevenir, controlar e erradicar enfermidades, garantindo a saúde animal e a segurança dos produtos de origem suína.​  Sobre detalhes das ações da Adapar, acesse: Programa de Sanidade dos Suinos e Programa de Vigilância para Febre Aftosa.

 

Como resultado desse trabalho rigoroso e contínuo, em outubro de 2019, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento autorizou a suspensão da vacinação contra a Febre Aftosa no Paraná, através da Instrução Normativa nº 47, de 15 de outubro de 2019. Em agosto de 2020, o estado conquistou o reconhecimento nacional como zona livre de Febre Aftosa sem vacinação, conforme a Instrução Normativa nº 52/2020. Já em maio de 2021, veio o reconhecimento internacional, concedido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE/OMSA). 

Desde então, o Paraná mantém seu status sanitário, além de também manter-se livre de enfermidades como a Peste Suína Clássica com demonstração periódica desses status através dos inquéritos soroepidemiológicos realizados pelos servidores da Adapar, conforme ilustrado nas fotos a seguir.

Diante disso, é pertinente observar que, na matéria da Agência Estadual de Notícias sobre a abertura do mercado chileno para a carne suína paranaense, não houve menção à Adapar e ao papel crucial desempenhado por seus servidores na conquista desse status sanitário. Reconhecer o trabalho da agência é essencial para valorizar os profissionais que atuam na linha de frente da defesa agropecuária e para manter a confiança nos produtos paranaenses no mercado internacional.

O Sindefesa-PR reafirma seu compromisso em apoiar e divulgar as ações da Adapar, reconhecendo a importância da vigilância sanitária para o desenvolvimento sustentável da agropecuária no Paraná.

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